8 coisas que os melhores estudantes fazem de forma diferente

(Texto original do Dr.  Noa Kageyama – 8 Things Top Practicers Do Differently. Tradução: Bruno Madeira)

músicoentediado

Enquanto meus filhos estavam praticando (com má vontade) os seus padrões de Tae Kwon Do na noite passada, eu me peguei dizendo ao mais velho que ele tinha que fazer o padrão cinco vezes antes de voltar ao videogame.

Meu objetivo, é claro, não era que ele fizesse os movimentos do padrão cinco vezes como um zumbi entediado, mas fazer cada vez com boa forma e autoridade. Mas o pai em mim achou muito tranquilizador saber que um certo número de repetições ou tempo foi usado para alguma coisa. Além da (errada) suposição que isso iria automagicamente solidificar suas habilidades de alguma forma, parecia um caminho para uma maior disciplina e uma forma de instilar nos meus filhos algum tipo de ética de trabalho que poderia bem servi-los no futuro.

Algum tempo e repetição são necessários para desenvolver e afiar nossas habilidades, é claro. Mas nós também sabemos em algum nível intuitivo que para maximizar os ganhos, nós deveríamos praticar de forma “mais inteligente, não mais dura”.

Mas o que cargas d’água isso realmente significa? O que exatamente os melhores estudantes fazem de forma diferente?

 

Pianistas aprendendo Shostakovich

Um grupo de cientistas liderados por Robert Duke, da Universidade do Texas em Austin, conduziu um estudo há alguns anos atrás para ver se eles conseguiam estimular comportamentos de estudo específicos que distinguiriam os melhores músicos e os estudantes mais efetivos.

Dezessete estudantes de graduação em piano e pedagogia do piano concordaram em aprender uma passagem de três compassos do Concerto nº. 1 para Piano de Shostakovich. Essa passagem tinha alguns elementos complicados, tornando-a muito difícil de ler bem à primeira vista, mas não tão desafiadora a ponto dela não poder ser aprendida em uma única sessão de estudo.

 

A montagem

Foram dados dois minutos para os estudantes aquecerem e então entregue o excerto de três compassos, um metrônomo e um lápis.

Foi permitido aos participantes estudar por quanto tempo eles quisessem, e eles poderiam sair a qualquer momento que sentissem que tivessem terminado. O tempo de estudo variou bastante, indo de 8 minutos e meio até perto de 57 minutos.

Para ter certeza de que o teste do dia seguinte seria justo, eles foram especificamente instruídos a NÃO praticar esse trecho, mesmo de memória, nas 24 horas seguintes.

 

24 horas depois…

Quando os participantes voltaram no dia seguinte para seus testes, foram dados 2 minutos para aquecimento e então foi solicitado para que se executasse o trecho completo dos 3 compassos, sem parar, 15 vezes (com pausas entre as tentativas, claro).

Cada uma das performances dos pianistas foram então avaliadas em dois níveis. Acertar as notas certas com os ritmos certos foi o critério primário, mas os pesquisadores também ranquearam cada performance dos pianistas da melhor à pior, baseados no timbre, caráter e expressividade.

Isso levou a algumas descobertas interessantes:

  1. Praticar por mais tempo não levou a rankings mais altos.
  2. Repetir mais vezes também não teve impacto no ranking.
  3. O número de vezes que eles tocaram corretamente durante o estudo também não interferiu no ranking.

O que realmente importou foi:

  1. Quantas vezes eles tocaram incorretamente. Quanto mais vezes eles tocaram incorretamente, pior o ranking tendeu a ser.
  2. A porcentagem de tentativas corretas parece ter importado. Quanto maior a proporção de tentativas corretas na sessão de estudo, mais alto o ranking tendeu a ser.

 

As 8 melhores estratégias

Três performances de pianistas se sobressaíram em relação às demais e foram descritas como tendo “um timbre mais consistente, maior precisão rítmica, maior caráter musical (dinâmicas com propósitos e inflexões rítmicas) e uma execução mais fluente.”

Olhando de mais perto os vídeos das sessões de estudos, os pesquisadores identificaram 8 estratégias de estudo distintas que foram comuns aos melhores pianistas, mas que ocorreram menos frequentemente nas sessões de estudos dos outros:

  1. “A execução foi desde cedo com as duas mãos.
  2. O estudo foi com inflexões desde cedo; a concepção inicial da música foi com inflexões.
  3. O estudo foi pensativo, sendo evidenciado por pausas silenciosas enquanto se olhava para a partitura, cantando/sussurrando, escrevendo anotações na página, ou expressando “ah-há”s verbais.
  4. Erros foram prevenidos parando antes de ocorrerem.
  5. Erros foram trabalhados imediatamente quando eles apareceram.
  6. A localização precisa e a fonte de cada erro foi precisamente identificada, ensaiada e corrigida.
  7. O andamento de tentativas de performance variou sistematicamente; logicamente mudanças compreensíveis de andamento ocorreram entre tentativas (por exemplo, diminuindo a velocidade para conseguir executar seções complicadas).
  8. Passagens foram selecionadas e repetidas até que o erro tivesse sido corrigido e a passagem tivesse sido estabilizada, sendo evidenciado pela ausência de erro em tentativas subsequentes.”

 

As 3 melhores estratégias

Das oito estratégias acima, há três que foram usadas por todos os três melhores pianistas, mas raramente utilizadas por outros. De fato, apenas outros dois pianistas (ranqueados em 4º e 6º lugar) usaram mais de uma delas:

  1. A localização precisa e a fonte de cada erro foi precisamente identificada, ensaiada e corrigida.
  2. O andamento de tentativas de performance variou sistematicamente; logicamente mudanças compreensíveis de andamento ocorreram entre tentativas (por exemplo, diminuindo a velocidade para conseguir executar seções complicadas).
  3. Passagens foram selecionadas e repetidas até que o erro tivesse sido corrigido e a passagem tivesse sido estabilizada, sendo evidenciado pela ausência de erro em tentativas subsequentes.

Qual é o fio em comum que as enlaça juntas?

Os pesquisadores notam que a diferença mais significativa entre os três melhores pianistas e o resto foi como eles lidaram com os erros. Não é que os melhores pianistas erraram menos no começo e simplesmente tiveram mais facilidade em aprender o trecho.

Os melhores pianistas erraram também, mas eles administraram a correção dos erros de tal maneira que os ajudou a evitar fazer os mesmos erros de novo e de novo, levando a uma proporção mais alta de tentativas corretas no total.

 

E uma para todas governar

Os melhores pianistas utilizaram uma variedade de métodos de correção de erro, como tocar com uma só mão ou só tocar uma parte do excerto, mas houve uma estratégia que parece ter tido o maior impacto.

Diminuir a velocidade.

Depois de ter errado, os melhores pianistas tocavam o trecho de novo, mas diminuindo a velocidade ou hesitando – sem parar – logo antes do lugar onde eles erraram anteriormente.

Isso pareceu permitir a eles tocar a seção desafiadora de forma mais precisa, e presumivelmente coordenar os movimentos motrizes corretos em um andamento que eles podiam lidar, ao invés de continuar a errar e falhar em identificar a natureza precisa do erro, o problema técnico subjacente e o que eles deveriam fazer diferentemente na próxima tentativa.

E se isso soa vagamente familiar, você pode relembrar que um estudo sobre basquete encontrou algo muito similar nos hábitos dos melhores arremessadores de lances livres…

 

Tome uma atitude

O que você leva desse texto como ponto principal? Como você poderia integrar essas descobertas não só em seu estudo, mas nos hábitos de estudo de seus alunos?

A reflexão deve ser uma parte regular da rotina de estudos?

(Texto original do Dr.  Noa Kageyama – Why a Little Reflection Should Be a Regular Part of Your Practice Routine. Tradução: Bruno Madeira)

músicodescansa

Uma parte de mim sempre apreciou a mentalidade do “no pain, no gain”. Aquela atitude de “dar 110%”, e a ideia de que se você não está ativamente engajado em uma atividade que exige esforço, nada acontece.

Mas eu viria a perceber que os ganhos não acontecem sempre quando nós estamos no decorrer de uma atividade. Eu aprendi, por exemplo, que o crescimento muscular não acontece durante o exercício, mas entre exercícios, quando nós estamos no modo de recuperação – daí a importância da nutrição e sono adequados para ajudar nosso corpo a se recuperar (numa nota paralela, não é curioso como nós precisamos de desculpas para justificar mais horas de sono?).

E como se pode perceber, o aprendizado também pode ser melhorado pelo tipo certo de descanso. No qual ao invés de se sentir culpado em relação a pausas e tempo longe do instrumento, ele pode ser uma parte integral de maximizar o aprendizado que ocorre nas sessões de estudo, assim como o momento entre aulas e performances.

Mas é importante notar que nem todo descanso é feito da mesma forma. Existe uma atividade em particular que nós podemos nos engajar durante nossos períodos de descanso que aparentemente nos ajuda a aprender mais efetivamente – e pode até fazer nossa próxima sessão de estudo mais produtiva.

 

Refletir vs. Remoer

Se você já disse alguma coisa e se arrependeu de ter dito, ou fez algo que queria não ter feito, você provavelmente tem alguma experiência em remoer eventos do passado que você adoraria voltar no tempo para apagar.

A reflexão é uma atividade que tem algumas similaridades com remoer gafes, mas é diferente porque é estruturada ao redor do aprendizado a partir de erros do passado e em guiar a prática futura, e não simplesmente ruminar o passado e nos fazer sentir mal.

Como descrito no livro Make it Stick, “A reflexão pode envolver várias atividades cognitivas que levam para um aprendizado mais forte: recuperar antecipadamente conhecimento e treinamento de memória, conectar essas a novas experiências, e ensaiar visual e mentalmente o que você pode fazer diferente da próxima vez.”

A ideia é a de que já que nós normalmente não temos tempo para fazer uma reflexão significativa durante uma performance (ou procedimento cirúrgico, discurso importante, ou conversas cruciais com os parentes), refletir sobre essas experiências depois pode ser uma parte chave do processo de aprendizado.

 

Atletas nacionais vs. Internacionais

Um grupo de pesquisadores na Holanda conduziu um estudo com 222 jovens atletas para ver se existiam fatores específicos que separavam atletas de nível nacional dos de um nível internacional, de elite.

Em particular, eles estavam curiosos para ver que diferenças podem existir em quão efetivamente os atletas eram capazes de guiar seus próprios processos de aprendizagem. Intuitivamente, poderíamos dizer que quem aprende de forma “auto-regulada”, aqueles que são melhores em planejar, monitorar e avaliar suas próprias performances, obteriam geralmente um nível mais alto de performance em relação aos que dependem de alguém para lhes dizer o que fazer.

Então todos os atletas foram avaliados em seis diferentes áreas de auto-regulação: planejamento, auto-monitoração, avaliação, reflexão, esforço e auto-eficácia.

Posteriormente, os resultados de atletas de nível nacional foram comparados com os dos atletas de nível internacional para ver se existiam quaisquer diferenças entre os dois.

Acontece que não existiam diferenças significantes nessas medições entre os competidores de nível nacional e internacional.

Exceto em uma área.

A reflexão.

Todos os atletas de nível internacional tiveram resultados de médio a alto no teste de reflexão, enquanto os resultados de atletas de nível nacional variaram.

Os autores sugerem que para atuar em nível internacional, parece que um atleta tem que ter pelo menos uma quantidade mediana de habilidade na área da auto-reflexão.

 

Reflexão & esforço

Outro estudo holandês de 444 jovens jogadores de futebol de elite e sub-elite rendeu descobertas similares. Especificamente, que atletas de elite tendem a ter resultados altos não só em reflexão, mas em esforço também.

Parece que refletir no treino e na competição pode ajudar atletas de elite a identificar mais claramente as fraquezas na sua maneira de jogar, o que torna mais fácil o planejamento estratégico de como trabalhar nelas nos treinos e jogos subsequentes – talvez levando a uma motivação aumentada para resolver essas áreas na sessão de treinamento futura também.

 

Tome uma atitude

Então, na próxima vez que você terminar seu estudo, ao invés de correr para qualquer coisa que vá fazer em seguida, tente por um minuto refletir sobre o que você aprendeu na sessão de estudo.

Ou depois do seu próximo ensaio ou performance, reflita sobre o que aconteceu e o que você pode fazer de diferente da próxima vez para tornar as coisas ainda melhores.

Ou depois da sua próxima aula, reflita por um momento sobre o que você acabou de aprender (ou, se você é o professor, pode valer a pena guardar um minuto ou dois no fim para ajudar seu aluno a fazer um pouco de auto-reflexão sobre o que ele aprendeu).

 

Leituras adicionais

Pensamentos interessantes por um cirurgião sobe prática deliberada e reflexão (em inglês): Maximizing postgraduate surgical education in the future

Um recente estudo da Universidade do Texas descobriu que refletir durante o descanso sobre material aprendido anteriormente melhora o aprendizado do material futuro. Tarefas de memória e polir o repertório atual são duas coisas muito diferentes, mas ainda assim, é intrigante (em inglês): Mental Rest and Reflection Boost Learning

 

O resumo de uma frase

“Depois da ação efetiva, a reflexão silenciosa. Da reflexão silenciosa virá ainda mais ação efetiva.” – Peter Drucker

Concerto em Florianópolis

Olá pessoal,

Divulgo aqui e convido a todos para o concerto que os professores do Depto. de Música da UDESC darão nessa quinta-feira, no SESC Prainha em Florianópolis.

Concerto de Professores do Departamento de Música – CEART/UDESC
Quando: 13 de outubro de 2011, às 20h
Local: Teatro do SESC – Travessa Syriaco Anterino – Prainha, Florianópolis
Ingressos: R$ 1,00 (inteira) e R$ 0,50 (meia)

Professores Alícia Cupani (soprano), Bernardete Póvoas (piano), Bruno Madeira (violão), Guilherme Sauerbronn (piano), João Titton (violino) e Luiz Mantovani (violão). Participação especial de Ana Clavijo (violoncelo).

http://www.ceart.udesc.br/Eventos/2011-10-07_concerto_professores_dmu.php

Abraços,
Bruno

Recital – Bruno Madeira

recital de violão erudito
BRUNO MADEIRA

brunomadeira.JPG

Data e horário: 21/08/10 (sábado), 11h
Local: Conservatório Carlos Gomes
R. Dr. Hermas Braga, 841 – Nova Campinas
Campinas-SP
Entrada franca

Informações: (19) 3253-0375


PROGRAMA

Johann Sebastian BACH (1685-1750)
II – Fuga (da
Suíte nº. 2 para Alaúde – BWV 997)

Fernando SOR (1778-1839)
Grande Sonata op. 22
I – Allegro, II – Adagio, III – Minuetto-Allegro, IV – Rondó-Allegretto

Heitor VILLA-LOBOS (1887-1959): Estudo nº. 5
Radamés GNATTALI (1906-1988): Estudo nº. 9

Manuel PONCE (1882-1948)
Sonatina Meridional
I – Campo, II – Copla, III – Fiesta

Leo BROUWER (1939-)
Elogio de la Danza
I – Lento, II – Obstinato


Bruno Madeira nasceu em Florianópolis/SC e quando criança teve seu contato inicial com a música em aulas de piano, flauta e trompete. Os estudos de violão começaram na adolescência, primeiramente com a orientação de professores locais e posteriormente de forma autodidata.

De 2006 a 2009 cursou o bacharelado em Música na UNICAMP, sob orientação de Fabio Scarduelli. Desenvolveu o projeto Interpretação da Música do Classicismo no Violão, que foi publicado nos anais do III Simpósio Acadêmico de Violão da EMBAP e do IX Congresso de Iniciação Científica do SEMESP. Participou de festivais de música em Tatuí, Suzano, Itajaí e Mogi das Cruzes, e foi bolsista do 41º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. Tocou nas masterclasses de importantes violonistas como Mário da Silva, Paulo Martelli e Fábio Zanon (Brasil), Pablo Marfil (Argentina), José Manuel Dapena (Espanha), Petri Kumela (Finlândia), José Antonio Escobar (Chile) e Zoran Dukic (Croácia).

Realizou diversos concertos nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Paraná, com destaque para as participações no II Seminário de Violão de Itajaí, III Simpósio de Violão da Escola de Música e Belas Artes do Paraná e IX Mostra de Cordas Dedilhadas. Como professor de violão e teoria musical atuou no Instituto de Música Canto e Arte de Itajaí (SC) e no Projeto Allegro (Campinas-SP). Atualmente, além de dar aulas particulares, leciona no Curso de Extensão em Música da Arquidiocese de Campinas, na Fundação Jürgensen e no Colégio Asther, todos em Campinas.

Vídeos – Bruno Madeira

LEO BROUWER
Elogio de la Danza
I – Lento
II – Obstinato

Intérprete: Bruno Madeira

Gravação realizada no dia 07/08/2010
IX Mostra de Cordas Dedilhadas
Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos
São Paulo – SP

RADAMÉS GNATTALI
Estudo no. 9

Intérprete: Bruno Madeira

Gravação realizada no dia 07/08/2010
IX Mostra de Cordas Dedilhadas
Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos
São Paulo – SP

Curso de férias – HARMONIA

VOCÊ SABE TIRAR MÚSICAS DE OUVIDO?
VOCÊ JÁ SENTIU QUE FALTA ALGUM ACORDE EM UMA MÚSICA, MAS NÃO SABE QUAL?
VOCÊ QUER TOCAR O ACOMPANHAMENTO DE SUAS MÚSICAS DE UMA MANEIRA MAIS RICA E COMPLETA?

CURSO DE FÉRIAS
HARMONIA

Professor responsável: Bruno Madeira (bacharel em Música pela UNICAMP)
Datas e horário: 5 a 8 de julho de 2010, das 19h às 22h
Local: Colégio Pio XII – Rua Boaventura do Amaral, 354
Público-alvo: O curso é destinado principalmente a músicos de instrumentos cuja função central é o acompanhamento, porém interessados em conhecer aspectos harmônicos da música em geral também poderão aproveitá-lo.
Pré-requisitos: conhecimento básico de teoria musical.
Taxa de inscrição: R$50 (pagamento no primeiro dia de curso)
Informações e pré-inscrição: harmonia@brunomadeira.com
(19) 3307-1499

Ementa: O curso abordará aspectos teóricos e exercícios práticos em relação à harmonia, focando o reconhecimento e identificação de movimentos harmônicos simples. Ao final do curso o aluno terá o embasamento teórico e noções práticas para tirar músicas de ouvido e simplificar ou incrementar a harmonia de uma composição.

Objetivos:

  • Identificar movimentos e funções harmônicas primárias;
  • Compreender a estrutura harmônica de uma obra para conseguir simplificá-la ou re-harmonizá-la quando necessário;
  • Formar acordes (tríades, tétrades e notas acrescentadas), escalas e campos harmônicos.

Conteúdo programático:

  • Escala cromática
  • Escalas diatônicas
  • Intervalos
  • Construção de acordes
  • Harmonização de escalas – campo harmônico
  • Harmonia funcional
    • Funções básicas
    • Funções nas escalas maiores e menores
  • Exercícios práticos de percepção harmônica
  • Re-harmonização
    • Cadências
    • Substituições
  • Simplificação harmônica