Recital – Bruno Madeira (Curitiba, 17/03)

Gostaria de convidá-los para meu próximo recital, que será realizado em Curitiba/PR no dia 17/03 (terça-feira).

recital bruno madeira curitiba Recital   Bruno Madeira (Curitiba, 17/03)

 

O título do recital, “Nosso norte é o Sul”, remete à frase do artista plástico uruguaio Joaquín Torres García (1874-1949). Defensor da construção de uma arte própria da América do Sul, Torres García desenhou um mapa da região com os polos invertidos, com o sul apontado para cima, simbolizando a valorização e desenvolvimento da cultura meridional, oposta à dependência e imitação do que acontece no norte. Segundo o artista, é necessário deixar os autores e professores que nada podem dizer daquilo que devemos descobrir em nós mesmos.

O recital traz obras representativas de cinco países latino-americanos – Argentina, Brasil, Colômbia, Cuba e México. O programa se inicia com La Ciudad de las Columnas, ambicioso tema com variações composto em 2004 a partir da famosa Pieza sin título nº. 1, uma das primeiras composições do cubano Leo Brouwer (1939-). Trata-se de uma peça ainda pouquíssimo executada, cada movimento refletindo pontos marcantes de um passeio pela capital cubana, a cidade das colunas. Em seguida, é apresentada a Suíte Colombiana nº. 2, do colombiano Gentil Montaña (1942-2011), em quatro movimentos compostos a partir de ritmos de danças típicas de seu país. Do brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887-1959) são apresentados dois Prelúdios, que remetem às influências dos índios e do choro na construção da identidade da música brasileira. O programa segue com Primavera Porteña, evocando a atmosfera de Buenos Aires no estilo característico do mais emblemático compositor argentino, Astor Piazzolla (1921-1992). A última obra apresentada é a Sonatina Meridional, de Manuel Ponce (1882-1948). Em três movimentos, a sonatina expõe a maestria do compositor mexicano em uma das peças “Segovianas”, em referência ao repertório interpretado e muitas vezes comissionado pelo grande virtuoso espanhol Andrés Segovia (1893-1987).

Recital: “Nosso norte é o Sul” – Música latino-americana para violão solo
Dia 17 de março de 2015, às 19:30
Local: Museu Guido Viaro. Rua XV de Novembro, 1348, Centro.
Entrada: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia)

À VENDA: Violão Geraldo Silva 2012

Estou vendendo um excelente instrumento construído pelo luthier Geraldo Silva, de Cerquilho/SP. É o violão que ganhei como prêmio no I Concurso Internacional de Violonistas do Conservatório de Tatuí em 2012, as madeiras são de altíssima qualidade e o violão tem uma ótima potência sonora. É um instrumento profissional, para concertistas e estudantes avançados.

O acabamento do luthier é impecável, como vocês podem ver nas fotos abaixo. A roseta e o rastilho têm um incrível trabalho de marchetaria. É um violão muito confortável para tocar, o armrest reduz a tensão no braço direito do violonista e a soundport faz com que quem toca perceba melhor a sonoridade que o público ouve.

O violão tem um bonito timbre, denso, com notas muito bem pronunciadas. A sustentação de notas longas é impressionante, favorecendo a continuidade melódica e possibilitando um variado uso do vibrato. Responde de maneira homogênea e equilibrada em todas as regiões e cordas, tendo ótimos resultados em peças polifônicas e acordes.

O violão está com pequenas marcas no verniz do tampo, abaixo das cordas. Essas marcas são decorrentes do uso e são visíveis apenas quando a luz incide em ângulos específicos. Apesar de ter sido construído em 2012, o violão foi pouquíssimo tocado.

No site do luthier há mais fotos sobre a construção do violão, informações sobre as madeiras utilizadas e amostras de áudio e vídeo. Desse violão especificamente há uma gravação do último movimento da Partita nº. 1 em Si Menor, de Johann Sebastian Bach. A gravação é do grande Edson Lopes, que utiliza instrumentos do Geraldo Silva. Aqui tem uma prova de outro violão do mesmo luthier:

Se você estiver interessado(a) em adquirir o violão, entre em contato:

madeirabruno@gmail.com

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Luthier: Geraldo Silva (Cerquilho/SP)
Ano: 2012
Estrutura do tampo: Double top
Leque: Hauser
Tampo externo: Cedro canadense (AAAA)
Tampo interno: Cedro canadense
Fundo e laterais: Macassar Ebony
Acabamento: Goma-laca
Soundport: Sim
Armrest: Sim
Tensor: Não
Estojo rígido incluso: AMS
Comprimento de corda: 645 mm
Espaçamento de cordas pestana/rastilho: 42/55 mm

Faça seu aluno realmente aprender tornando-o o professor

(Texto original do Dr.  Noa Kageyama – Help Your Student Really Learn Something by Making Them the Teacher. Tradução: Bruno Madeira)

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Na escola, esporte, música e na verdade em quase todos os outros lugares, nós fazemos uma quantidade terrível de provas.

Exames, quizzes, testes, jogos, partidas, reuniões, recitais, audições, concertos, júris… Parece que não existe fim para as provas que fazemos.

Não me entenda mal – não é que provas são inerentemente más ou necessariamente sempre uma coisa ruim.

Por exemplo, provas (também conhecidas como prática de recuperação) levam a uma melhor aprendizagem do que muitos métodos de estudo nos quais passamos engajados na maioria do tempo (como ler, destacar partes importantes e fazer mapas conceituais).

Puxa, mesmo a mera expectativa de que nós teremos que fazer uma prova leva a resultados melhores do que quando não estamos esperando ser testados.

Mas às vezes é bom dar um tempo em tudo isso, já que provas constantes podem começar a nos fatigar depois de um tempo. E aí, novamente, existe alguma outra maneira? Ou isso é o melhor que podemos fazer?

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Por que parece que sabemos mais do que realmente sabemos?

(Texto original do Dr.  Noa Kageyama – Why the Way We Usually Practice Makes Us Think We’re Better Prepared than We Really Are. Tradução: Bruno Madeira)

julgamento aprendizagem Por que parece que sabemos mais do que realmente sabemos?

Quando eu estava no ensino médio, “estudar” significava revisar meu livro e anotações durante a madrugada.

Eu achava que eu estava sendo bem hard-core, e parecia que isso funcionava muito bem, então mantive esse hábito.

Aí eu fui para a universidade e rapidamente descobri que apenas por tudo nas leituras fazer sentido e parecer cada vez mais familiar na medida que mais eu re-lia, não significava que eu podia efetivamente recuperar ou usar aquele conhecimento quando era necessário.

Isso é um exemplo de como a familiaridade pode nos pregar peças. Nós pensamos que sabemos alguma coisa, porque está fresco e facilmente recuperável naquele momento com o livro na nossa frente. Mas tire o livro e nós descobrimos que estamos fritos, já que a informação não afundou tão profundamente quanto nós pensávamos.

Uma coisa parecida acontece na sala de estudos.

A maneira que praticamos na maior parte do tempo nos prepara para esse mesmo tipo de surpresa desagradável, quando entramos no palco e descobrimos que aquela versão incrível de nós mesmos que ouvimos na sala de estudos não está aparecendo.

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Por que praticar distraído é importante (às vezes)

(Texto original do Dr. Noa Kageyama – Why Practicing While Distracted Is Actually Very Important (Sometimes). Tradução: Bruno Madeira)

estudar distraido Por que praticar distraído é importante (às vezes)

Como qualquer outra criança, eu tive muitos momentos nos quais eu queria poder praticar enquanto estivesse lendo um livro ou assistindo TV. Como quando ouvimos música para passar o tempo enquanto estamos no carro, eu pensei que ia ser incrível ser capaz de simplesmente mover meus dedos enquanto estivesse engajado em outra atividade mais divertida, e ainda assim ter progresso.

Eu tentei (e falhei em) fazer isso funcionar e estou certo de não ser o único que tentou ser multi-tarefas dessa maneira.

De fato, praticar enquanto se está distraído é quase universalmente visto como um grande “não”.

Mas é realmente tão ruim?

A resposta intuitiva é “sim”, mas um estudo recente sugere que a resposta não é tão clara como se pode pensar.

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Por que eu estudaria mais escalas se eu pudesse fazer tudo de novo?

(Texto original do Dr. Noa Kageyama – Why I’d Spend a Lot More Time Practicing Scales If I Could Do It All Over Again – Tradução: Bruno Madeira)

escalas Por que eu estudaria mais escalas se eu pudesse fazer tudo de novo?

Como todo bom estudante, eu obedientemente (apesar da má vontade) pratiquei minhas escalas desde pequeno.

É claro, uma vez que eu já tinha idade suficiente para praticar sem supervisão, eu alegremente evitava escalas sempre que podia. Assim como tomar minhas vitaminas, havia algo nas escalas que eu sabia que seria bom para mim, mas eu não sabia exatamente o quê.

Foi depois dos meus 20 anos que as luzes se acenderam e eu descobri por que eu deveria estar praticando escalas desde sempre.

Mas e aí, por que vale a pena gastar nosso tempo com escalas e estudos?

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Aprenda mais rápido pensando menos sobre o que seu corpo está fazendo

(Texto original do Dr. Noa Kageyama – Learn Quicker by Thinking Less about What Your Body is Doing. Tradução: Bruno Madeira)

foco externo Aprenda mais rápido pensando menos sobre o que seu corpo está fazendo

Eu não sou bem um jogador de tênis, mas como queria dar aos meus filhos uma introdução ao esporte no último verão, pegamos umas raquetes do tamanho adequado para crianças e fomos rebater umas bolas. Naturalmente, eu comecei ensinando o básico de como se segurar a raquete, a postura do corpo e a rebatida… E consegui enchê-los de instruções que os paralisaram com coisas demais para se pensar. Eu também acabei completamente com toda a diversão do que seria essencialmente bater em bolas com um trampolim na mão.

Instruções são uma grande parte do aprendizado de qualquer nova habilidade motora – especialmente instruções centradas em técnicas e no aprendizado dos movimentos corretos do nosso corpo.

Isso faz um perfeito e intuitivo sentido, mas é essa a maneira mais eficaz para aprender uma nova habilidade?

Pesquisas recentes sugerem que essa não é uma abordagem particularmente eficaz – focar nos nossos movimentos corporais na verdade resulta em performances piores e uma taxa de aprendizado mais lenta.

E aí?

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Aulas de violão

Aula de violão em São José dos Campos/SP

Agende hoje sua aula experimental gratuita com o professor Bruno Madeira, destacado violonista recentemente premiado nos mais importantes concursos de música do Brasil. Com experiência de mais de 10 anos de ensino para todos os níveis de aprendizagem e faixa etária, atualmente é professor do curso à distância de Educação Musical da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e faz seu doutorado na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Versatilidade e diversidade

As aulas de violão são dinâmicas e adaptadas ao estilo de música que o aluno estiver interessado. O professor dá aulas de violão clássico, violão popular, teoria musical, técnicas de estudo e preparação para provas de aptidão e vestibulares de Música.

São aceitos alunos de todas as idades e níveis, do iniciante ao avançado.

Horários e localização

Há horários disponíveis nos períodos da manhã, tarde e noite, das 8h30 às 20h30, de segunda à sexta-feira. As aulas duram 55 minutos e são feitas no bairro Floradas de São José, próximo ao shopping Vale Sul. Há vagas gratuitas de estacionamento no prédio e um ponto de ônibus a menos de 200 metros.

Aula coletiva extra

Além da aula individual semanal, é oferecida uma aula coletiva extra por semana, na qual são trabalhados temas relacionados à teoria, harmonia, apreciação e prática de conjunto.

Entre em contato e agende uma aula experimental grátis!

madeirabruno@gmail.com

http://www.facebook.com/brunomadeira.violonista

http://www.youtube.com/BrunoMadeiraBM

8 artigos curtos para aprender como estudar música

Desde outubro desse ano eu tenho traduzido alguns artigos sobre como estudar música de uma forma mais eficaz. Todos foram escritos por Noa Kageyama, autor do site The Bulletproof Musician. Em cada um dos textos, o autor descreve estratégias e ferramentas para ajudar os músicos a estudar melhor, fazendo relações com pesquisas realizadas principalmente na área dos esportes. A linguagem é muito acessível e a objetividade no tratamento dos temas fez com que eu quisesse ler um atrás do outro.

Conhecer esses artigos foi muito bom para mim, que pude confirmar algumas hipóteses sobre o jeito que estudo e ensino, conhecer novas abordagens e refletir bastante sobre o que é estudar música e como estudar música. Escrever que recomendo a leitura é pouco, considero esses artigos essenciais para qualquer um que queira aprender a tocar bem um instrumento musical e obrigatórios para os que desejam se profissionalizar na área.

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Os artigos renderam muitos comentários aqui no site e na minha página do Facebook. Isso confirmou a relevância que eles têm na prática musical e me manteve motivado para continuar traduzindo e disponibilizando esse material por aqui.

Cada artigo é como uma ferramenta que ajuda na construção do conhecimento sobre como estudar música. Tenho utilizado essas ferramentas no meu estudo, às vezes uma, às vezes outra, promovendo a alternância e complementariedade entre elas para que eu perceba com quais eu quero continuar trabalhando.

Como estudar música

Aqui estão os links para os oito artigos traduzidos, com um breve resumo:

#1: 8 coisas que os melhores estudantes fazem de forma diferente

músicoentediado 300x216 8 artigos curtos para aprender como estudar músicaAlgum tempo e repetição são necessários para desenvolver e afiar nossas habilidades, é claro. Mas nós também sabemos em algum nível intuitivo que para maximizar os ganhos, nós deveríamos praticar de forma “mais inteligente, não mais árdua”. Mas o que cargas d’água isso realmente significa? O que exatamente os melhores estudantes fazem de forma diferente?

#2: Por que o estudo parece desaparecer da noite para o dia?

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Você alguma vez já se sentiu frustrado pelo fato de pegar para estudar um trecho de uma música difícil, trabalhar nele um pouco, deixá-lo soando bem, mas retornar para a sala de estudos no dia seguinte e descobrir que você está de volta na estaca zero? Que nada realmente mudou? E que não importa quão bem ele tenha ficado ontem, agora ele está tão ruim quanto antes de você o ter estudado?

A maioria de nós pode viver com “dois passos para frente, um para trás”. É o “dois passos para frente e dois passos para trás” que faz com que a gente queira arrancar os cabelos.

Então, o que devemos fazer?

Devemos manter essa prática e aprender como ser mais pacientes? Ou existe uma forma diferente de praticar que pode tornar as melhorias mais permanentes?

 

#3: Quantas horas por dia você deve estudar?

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2 horas? 4 horas? 8 horas? 12 horas?

Quanto é o suficiente?

“Estudar demais” é possível?

Existe um número ótimo de horas que se deve praticar?

 

#4: A reflexão deve ser uma parte regular da rotina de estudos?

músicodescansa 300x238 8 artigos curtos para aprender como estudar músicaMas é importante notar que nem todo descanso é feito da mesma forma. Existe uma atividade em particular que nós podemos nos engajar durante nossos períodos de descanso que aparentemente nos ajuda a aprender mais efetivamente – e pode até fazer nossa próxima sessão de estudo mais produtiva.

 

 

#5: Duas coisas que especialistas fazem de forma diferente quando praticam

hugh laurie 300x189 8 artigos curtos para aprender como estudar músicaO que as pessoas em boa forma fazem que eu não faço? Como seus exercícios são diferentes? Existem coisas importantes que eles fazem enquanto se exercitam que dão maior retorno do que as coisas que eu faço? Em outras palavras, eles estão extraindo do tempo deles na academia resultados desproporcionalmente maiores do que os meus?

O mesmo pode ser dito em relação à sala de estudos. O que os melhores músicos fazem na sala de estudos? O que os estudantes menos efetivos fazem? Existem diferenças?

 

#6: A prática lenta é realmente necessária?

prática lenta 300x186 8 artigos curtos para aprender como estudar músicaAssim como todo mundo que já teve aula de música alguma vez na vida, muitas vezes me disseram para praticar lentamente.

Mas eu ouvi com atenção o conselho dos meus professores? Não. Afinal, qual é o objetivo de tocar lentamente? Tudo é mais fácil quando é mais lento – é claro que você consegue tocar coisas de forma mais precisa em um andamento lento. Qual seria o grande negócio?

Mas então por que tantas pessoas idolatram a prática lenta?

 

#7: A prática mental funciona?

prática mental 300x169 8 artigos curtos para aprender como estudar músicaÉ dito que os legendários pianistas Rubinstein e Horowitz não eram muito afeiçoados à prática. Rubinstein simplesmente não gostava de praticar por horas a fio, enquanto Horowitz supostamente temia que praticar em pianos diferentes do seu próprio afetaria negativamente seu toque. A solução deles? Uma dose saudável de prática mental.

 

#8: Quando erros são bons: uma estratégia estranha para consertar hábitos ruins

erro 300x177 8 artigos curtos para aprender como estudar músicaA abordagem tradicional é tentar ensinar nossos alunos (e nós mesmos) como fazer as coisas da forma correta. Manter o reforço dos movimentos técnicos corretos e esperar que eventualmente as coisas boas permaneçam. Mas mudar hábitos ruins parece levar uma eternidade e eles têm uma tendência de se esconder e ficar dormentes até o pior momento possível – como no meio de uma performance. Pesquisas recentes sugerem que pode haver um jeito melhor. Uma maneira mais eficaz e rápida de corrigir permanentemente questões técnicas, reduzindo nosso tempo de aprendizado e melhorando a eficácia do nosso ensino. É, eu sei. Isso tudo soa muito bom pra ser verdade. Mas vamos dar uma olhada.

A prática lenta é realmente necessária?

(Texto original do Dr. Noa Kageyama – Is Slow Practice Really Necessary? Tradução: Bruno Madeira)

prática lenta A prática lenta é realmente necessária?

Assim como todo mundo que já teve aula de música alguma vez na vida, muitas vezes me disseram para praticar lentamente.

Mas eu ouvi com atenção o conselho dos meus professores?

Não.

Afinal, qual é o objetivo de tocar lentamente? Tudo é mais fácil quando é mais lento – é claro que você consegue tocar coisas de forma mais precisa em um andamento lento. Qual seria o grande negócio?

Mas então por que tantas pessoas idolatram a prática lenta?

Continue lendo A prática lenta é realmente necessária?